E o PT oPTou
Concluído o processo de disputa na Câmara Federal, e eleito o deputado Arlindo Chinaglia (agora é "Quinália"), o PT deixa claro qual é seu bloco central de alianças: o PMDB, PP, PR e PTB.
Durante todo este processo, o PT buscou isolar e constranger a candidatura de Aldo Rebelo, chegando ao ponto de propor que ele se retirasse da disputa. Como não conseguiu, partiu para uma ação mais ofensiva, prometendo sabe-se lá o que para garantir sua vitória.
É um indicativo grave e triste para o início deste segundo governo Lula. Mostra que o Partido dos Trabalhadores nada aprendeu nos últimos quatro anos. Pior, mostra quem são os parceiros eleitos pelo PT para conduzir o processo de mudanças que o Brasil precisa. A pergunta que me faço é se essa opção petista irá apontar no caminho das mudanças...
O saldo positivo é a formação do bloco PCdoB, PSB e PDT, comunistas, socialistas e trabalhistas. Correntes com história e enraizamento na sociedade brasileira. Certamente este bloco não foi formado apenas para esta disputa, e tem tudo para se constituir como o núcleo de esquerda da chamada base governista.
Seria ingenuidade imaginar que isso não afete as relações entre este bloco e o PT. Claro que os dirigentes, até por educação, irão negar e dizer que tudo segue como era antes. Mas sabemos que um copo, depois que se quebra, mesmo que seja novamente reconstruído, jamais voltará a ser o mesmo copo. E o nome do copo, na política, se chama confiança.
Durante todo este processo, o PT buscou isolar e constranger a candidatura de Aldo Rebelo, chegando ao ponto de propor que ele se retirasse da disputa. Como não conseguiu, partiu para uma ação mais ofensiva, prometendo sabe-se lá o que para garantir sua vitória.
É um indicativo grave e triste para o início deste segundo governo Lula. Mostra que o Partido dos Trabalhadores nada aprendeu nos últimos quatro anos. Pior, mostra quem são os parceiros eleitos pelo PT para conduzir o processo de mudanças que o Brasil precisa. A pergunta que me faço é se essa opção petista irá apontar no caminho das mudanças...
O saldo positivo é a formação do bloco PCdoB, PSB e PDT, comunistas, socialistas e trabalhistas. Correntes com história e enraizamento na sociedade brasileira. Certamente este bloco não foi formado apenas para esta disputa, e tem tudo para se constituir como o núcleo de esquerda da chamada base governista.
Seria ingenuidade imaginar que isso não afete as relações entre este bloco e o PT. Claro que os dirigentes, até por educação, irão negar e dizer que tudo segue como era antes. Mas sabemos que um copo, depois que se quebra, mesmo que seja novamente reconstruído, jamais voltará a ser o mesmo copo. E o nome do copo, na política, se chama confiança.


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