Vozes do PSB contra o reajuste do Parlaumento
O Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou o reajuste de 90,7% nos salários dos parlamentares, que foi concedido pelas Mesas da Câmara e o Senado, por meio de decreto legislativo. Com isso, o Congresso Nacional deverá fazer uma nova proposta, que será votada pelos plenários das duas Casas. A decisão do STF foi tomada em função do mandado de segurança apresentado por alguns parlamentares, entre eles Renato Casagrande(ES) e Luiza Erundina(SP), ambos do PSB. Para os socialistas, a decisão dará oportunidade ao Congresso Nacional de rever um ato que foi rejeitado pela sociedade, pois o impasse em torno da remuneração implica também no desequilíbrio nas contas públicas, visto que o aumento seria seguido pelos estados e municípios. Erundina considerou o aumento arbitrário, uma vez que a bancada não foi ouvida sobre esse assunto polêmico. “Esta foi uma medida impopular, injusta e revoltante. Por isso, ingressamos no STF para derrubar esse reajuste ”, resumiu.
Renato Casagrande concordou com a sugestão dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de fixar uma correção pelo índice da inflação. “Um aumento de 90,7% não pode ser aceito com naturalidade, nem pela sociedade nem por nós parlamentares. Com o mandato de segurança que nós impetramos e tivemos sucesso, esperamos que o Congresso seja coerente com o seu papel de representante do povo”, defendeu . Em relação ao pronunciamento do presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB/SP), que disse que o reajuste seria fundamentado em cortes em torno de R$157 milhões, provenientes da redução de despesas com funcionários e de outras deliberações da Mesa, Casagrande insistiu que não se trata apenas de ajustes orçamentários, mas da credibilidade da Instituição.
“O salário proposto por uma decisão administrativa das duas Mesas, mesmo que possa ser enquadrada no orçamento, não se enquadra na política. O que o Congresso precisa é recuperar sua credibilidade. A questão maior que deve ser levada em conta é a representatividade que nós temos que ter junto à sociedade”, disse.
Liderança do PSB na Câmara dos Deputados
Renato Casagrande concordou com a sugestão dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de fixar uma correção pelo índice da inflação. “Um aumento de 90,7% não pode ser aceito com naturalidade, nem pela sociedade nem por nós parlamentares. Com o mandato de segurança que nós impetramos e tivemos sucesso, esperamos que o Congresso seja coerente com o seu papel de representante do povo”, defendeu . Em relação ao pronunciamento do presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB/SP), que disse que o reajuste seria fundamentado em cortes em torno de R$157 milhões, provenientes da redução de despesas com funcionários e de outras deliberações da Mesa, Casagrande insistiu que não se trata apenas de ajustes orçamentários, mas da credibilidade da Instituição.
“O salário proposto por uma decisão administrativa das duas Mesas, mesmo que possa ser enquadrada no orçamento, não se enquadra na política. O que o Congresso precisa é recuperar sua credibilidade. A questão maior que deve ser levada em conta é a representatividade que nós temos que ter junto à sociedade”, disse.
Liderança do PSB na Câmara dos Deputados


0 Comentários:
Postar um comentário
<< Home